TEMPO COM DEUS - 24/01/08

  • Ore e peça a Deus que nesses próximos minutos você entenda a vontade Dele para sua vida e para seu dia.

Filipensenses 1:21-26

21. porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro. 22. Caso continue vivendo no corpo, terei fruto do meu trabalho. E já não sei o que escolher! 23. Estou pressionado dos dois lados: desejo partir e estar com Cristo, o que é muito melhor; 24. contudo, é mais necessário, por causa de vocês, que eu permaneça no corpo. 25. Convencido disso, sei que vou permanecer e continuar com todos vocês, para o seu progresso e alegria na fé, 26. a fim de que, pela minha presença, outra vez a exultação de vocês em Cristo Jesus transborde por minha causa.

O viver é Cristo e o morrer é lucro. Poético, profundo e preciso. É o mínimo que podemos dizer dessa linda frase que Paulo escreveu.

O certo é que na prática é difícil compreender as implicações do “viver é Cristo”, assim como é difícil entender a dimensão do "morrer é lucro”. Porque no “morrer é lucro” provavelmente ninguém colocará uma faca em nossa jugular ameaçando-nos no direito de ficar vivos pela causa de Cristo. E não nos veremos presos para julgamento de pena de morte por sermos cristãos. O que sobra então do “morrer é lucro” é só o lucro, porque na nossa consciência, o morrer está distante, mas o lucro está garantido. Deleitamo-nos no lucro desde que entregamos o comando de nossa vida para Jesus e recebemos as notícias de uma vida eterna inimaginável.

Porém o “viver é Cristo” nos custa um preço presente. E o que nos distancia desse padrão de vida, não é a falta de oportunidade de vivenciá-lo, pois você pode ter certeza de que se está em frente da tela do seu computador lendo esse texto, significa que ainda não morreu. O que nos distancia do “viver é Cristo” são as barreiras que nos impedem de ter uma vida focada como de fato era a vida de Paulo. Impressionantemente focada em Cristo. Para ele, estar aqui na terra só tinha razão se fosse para influenciar vidas para glória de Deus, nada mais. Ele diz (v.22, 24, 25) que o que o motivava a continuar vivo era o fato de poder vivenciar o fruto do seu trabalho e que entendia que não morreria ainda por causa do progresso da fé e alegria dos irmãos.

As barreiras que confundem o nosso foco do "viver é Cristo" são os valores que o mundo nos oferece: necessidades vãs. Coisas fúteis que a mídia nos impõe, ideais sem razão, fantasmas emocionais, buscas intermináveis por um prato de lentilhas.

Entretanto, as propostas do mundo só nos tiram do foco quando as aceitamos. Ou seja, podemos viver sobre a pressão do mundo sem aceitar os valores do mundo. Infelizmente muitas vezes, e não sei quantas, essa não é nossa postura e então o nosso viver passa a não ser Cristo, e sim, também Cristo. Ele se torna umas das razões e não a razão.

Hoje Deus quer que você e eu, tornemos esse lindo versículo uma realidade em nossa vida. Respirar é Cristo, dirigir o carro é Cristo, trabalhar é Cristo, conversar com os outros é Cristo, descansar é Cristo, tudo é Cristo, porque viver é Cristo.

  • Minha Decisão hoje.

Durante o meu dia:

1 – perguntarei constantemente: “Para mim, viver é Cristo ou viver também é Cristo?”

2 – decidirei fazer de todas as minhas atitudes altares de louvor a Deus. Pois se meu viver é Cristo, todas as particularidades de minha vida também devem ser para Cristo.

3 - no meu momento de oração a sós com Deus, orarei pedindo que Deus me ajude a tornar-me mais dependente dele e que me dê sabedoria para analisar todas as minhas decisões para que sejam feitas para seu louvor.

4 - decidirei viver assim hoje e cultivarei essa decisão nos próximos dias para a transformação do meu caráter.

  • Agora tire alguns minutos de conversa a sós com Deus orando por esse assunto e também por outras necessidades que Deus colocar em seu coração.

Até amanhã...


2 comentários:

Anônimo disse...

bem colocada a expressão de Cristo ser também umas das razões,e não única razão. Se paro prá avaliar o como tenho investido meu tempo,percebo q Cristo é a única razão...

Anônimo disse...

Ou melhor avalio que Cristo não é minha razão principal, divido Ele com muitas outras razões.